quinta-feira, outubro 26, 2006

Bob - O Construtor (ao vivo)

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Data | 1 a 3 de Dezembro no Europarque (Santa Maria da Feira) e 8 a 10 de Dezembro no Pavilhão Atlântico (Lisboa)
Produção | Elec3city
Telefone | 214827193
E-mail | geral@elec3city.net
Webpage| http://www.elec3city.net/


Ele é o Bob, o Construtor! Ele é o Bob, o trabalhador… e apresenta o seu espectáculo Bob o Construtor… ao vivo!

Bob traz os seus amigos e as suas máquinas, em tamanho real, para aquele que será o maior espectáculo infantil do Natal de 2006. É uma grande produção, dos mesmos produtores de NODDY LIVE!, onde encontramos as músicas da série da TV, muitas luzes, muitos efeitos especiais, e muita, muita constru(ac)ção.

Bob já não é desconhecido do nosso pequeno-grande público, aliás já é um herói para as nossas crianças. Pela primeira vez em Portugal, Bob o Construtor… ao vivo! é apresentado às nossas crianças num enredo onde são transmitidos claramente os valores deste simpático personagem, valores que todos devemos considerar no nosso dia-a-dia.
Perante os valores pessoais que Bob defende não será de estranhar que cative tantos os pequenos como os graúdos.

- Pensamento positivo
- Trabalho de equipa
- Acompanhamento de projectos até ao final
- Autoconfiança

Bob prepara o cinturão de ferramentas e ajusta o capacete de construção enquanto Wendy e a equipa de máquinas se preparam para embarcar nesta aventura inédita.

Idade Mínima: 3
Promotor: Elec3city

Duração do espectáculo: 90 minutos

Peter Pan on Ice

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Data | Outubro de 2006
Local | Pavilhão Atlântico (Lisboa)
Telefone | 218918409
E-mail | info@pavilhaoatlantico.pt
Webpage| http://www.pavilhaoatlantico.pt

Local | Centro de Congressos e Desportos de Matosinhos (26 a 29 Outubro)
Telefone | 229371170
Fax | 229 373 213

Peter Pan leva-o a uma viagem inesquecível até a Terra do Nunca onde poderá reviver a sua infância e mais uma vez sair do espectáculo com um grande sorriso.

Uma fabulosa história no gelo que se desenvolve sobre a importância da família. É uma história onde amizade é testada ao limite por inveja e a confiança não é sempre o que parece. Com acrobacias, um guarda-roupa espectacular, a velocidade e encanto dos melhores patinadores artísticos do mundo e, obviamente, voos únicos.

Um espectáculo para toda a família a não perder, produzido por Holliday on Ice.

As crianças dos 3 até aos 10 anos inclusivé possuem um desconto de 50%.
Idade Mínima: 3
Promotor: Ritmos & Blues

Duração do espectáculo: 120 minutos

sexta-feira, setembro 22, 2006

Este livro é fantástico... aqui fica a dica

(como continuação do post anterior ;))

DIGA NÃO AOS SEUS FILHOS - Crianças Felizes e Saudáveis de John Rosemond

«Nos últimos quarenta anos transformámos a educação infantil em algo muito complexo e esquisito. A família passou a viver em função dos filhos, os pais tornaram-se permissivos, o disparate substituiu o bom senso. Não é de admirar que as crianças se tenham tornado egoístas, exigentes, mimadas, malcriadas, incontroláveis.

Durante os nossos primeiros anos de pais aconteceu-nos o mesmo. Eu e a minha mulher lemos todos os livros aconselhados, fizemos tudo o que os supostos especialistas recomendavam. Diziam-nos que respeitássemos Eric como nosso igual, mas quanto mais agíamos assim menos respeito tinha por nós; diziam-nos que as famílias deviam ser democráticas, mas quanto mais democráticos mais tirânico se revelava o nosso filho; afirmavam-nos que não se devia controlar as crianças, mas quanto menos o controlávamos mais descontrolado se tornava. Foi então que decidimos deixar de dar ouvidos aos especialistas e começar a educar os nossos com amor e determinação.»

John Rosemond

Pai, marido, terapeuta e autor consagradíssimo, John Rosemond escreveu um guia simples que libertará os pais de sentimentos de culpa, da exaustão e da ira que minam as famílias, colocando tantas vezes os pais um contra o outro, impedindo-os de orientar as crianças na direcção de uma vida autónoma, responsável e feliz. Algumas regras: o casamento em primeiro lugar, em primeiro lugar a relação entre os pais. Não tenha medo de dizer não aos seus filhos. Tente dar-lhes tudo o que precisam, mas pouco do que simplesmente querem. Elimine os brinquedos em excesso. Responsabilize-os, atribuindo-lhes tarefas adequadas. Exija-lhes obediência. Encoraje a criatividade reduzindo, com firmeza, o tempo à frente do televisor.

«Recomendo vivamente os conselhos eficazes de John Rosemond acerca da utilização da televisão. Os pais não podem deixar de ler este livro e atenderem aos conselhos de John Rosemond.»

Marie Winn

Birras

Transforme a birra numa prova de amor e faça o seu filho dar mais um passo em frente para a idade adulta.

A maioria das crianças entre os 18 meses e os 4 anos têm aquelas birras quase incontroláveis que deixam os seus pais sem saber como agir. Quem não teve que enfrentar uma birra do filho em plena rua ou no supermercado ou no jantar com os colegas do trabalho? O local e o momento não poderiam ser mais inconvenientes! Nesta fase, as crianças testam ao máximo os limites dos seus pais.

A birra resulta da percepção que a criança tem de si como ser individualizado com vontades, mas que ainda não entende que para viver em sociedade tem que ceder. Esta fase da "afirmação do eu" faz parte do crescimento normal da criança, do conquistar de uma identidade própria. Trata-se de um conflito no interior da criança entre a procura da autonomia e a dependência dos pais. É um claro sinal de crescimento! E é nestes momentos que muitos pais se questionam sobre as suas capacidades educativas. A maior dificuldade que os pais enfrentam é a de conciliar a compreensão, que visa proporcionar as trocas afectivas de que ela necessita, com uma determinada firmeza.

Em primeiro lugar, não se oponha se não tiver a certeza que será capaz de ir até ao fim. Se decidir enfrentar a birra então há que lidar com ela com calma e firmeza. Firmeza não implica ser agressivo, pelo contrário, alie a firmeza à suavidade.

Nesta fase, torna-se muito importante que os pais aprendam a não ter receio de dizer "não", deixando bem claro que o amor que sentem pelos filhos é incondicional. A disciplina é também uma forma de amor. Pratique-a sem ignorar os gostos da criança. Não necessita de se tornar um general. A disciplina é, depois do amor, o mais importante que se pode dar a uma criança. Explique sempre a razão do "não": "Não, porque te podes magoar ou magoar os outros ou estragar o brinquedo..." Expresse empatia e diga-lhe que compreende perfeitamente o que ela está a sentir: "Quando era pequena, a avó também não me deixava comer todos os doces que eu queria e eu ficava muito triste. Acontece que se comeres os doces todos vais ficar com uma valente dor de barriga, mas a mamã gosta muito de ti e não quer que te doa a barriguinha." Toque no seu filho numa tentativa de o reconfortar: afague os seus cabelos ou abrace-o. É preciso que você o ensine que as birras não farão mudar a opinião dos pais e que o seu amor por ela não se alterará. Após a birra, felicite-a por se ter decidido pelo bom comportamento.

Se mesmo assim não resultar, ignore-a por alguns minutos e continue o seu percurso. Muitas birras terminam quando as crianças deixam de ter público. É claro que nem sempre é possível, por exemplo, poderá tornar-se perigoso se o fizer na via pública. Neste caso será preferível conduzi-la pela sua mão e avisá-la que mais tarde será penalizada. As penas deverão ser adequadas à idade da criança e levadas até ao fim.

No caso das birras ao deitar, repare se o ambiente não é demasiado ruidoso. Leve-o para o quarto pela mão e conte-lhe uma história. As birras são também frequentes nas horas da refeição. Não insista ou valorize de mais a situação. Quando o seu filho tiver fome, com certeza vai comer tudo num ápice. Numa atitude de despero pode sentir-se tentado a oferecer alimentos mais atraentes mas não caia em tentação.

A birra permite também à criança lidar com os seus sentimentos e a auto-controlar-se. Incentive-a a fazê-lo com os seus próprios recursos. Aprender que tudo tem limites abre caminho para um convívio saudável com a sociedade e a uma boa integração na comunidade. As regras são fundamentais.

Só com firmeza as crianças aprendem a respeitar as regras propostas pelos pais. No mundo em que vivemos, que se rege por regras, o melhor é aprender a aceitá-las logo desde pequenino.

Susana Nunes

Mercadinho do Equinócio

24 Set: 11h-19h
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O Centro de Pedagogia e Animação do CCB avança com mais um Mercadinho, o do Equinócio, uma feira feita por crianças e para crianças, que pretende juntar crianças e famílias num ambiente diferente e ao ar livre. Nesta iniciativa, as famílias são convidadas a trazer para o Jardim das Oliveiras tudo o que lá em casa já não faz falta, brinquedos, livros, jogos desenhos e depois vendê-los (a preços até 1 Euro) com direito a bancada e tudo. Outros artigos mais originais também têm lugar: uma história bem lida, uma acrobacia, um truque de magia, uma limonada ou os bolinhos que se aprendem a fazer com a avó . Haverá ainda o lugar dos avaliadores para quem tenha dúvidas sobre o preço a dar ao seu artigo, e também um espaço para fazer as devidas etiquetas.

quarta-feira, setembro 20, 2006

Mães na idade dos porquês

Mamãs espreitem aqui!

Vão adorar este site com questões sobre nutrição, higiene e desenvolvimento do bebé até aos 3 anos.

http://www.alviva-europe.com/img/puzzle/anne_geddes_tausendschoenchen.jpg

terça-feira, setembro 19, 2006

Workshop Músicos de Fraldas | 18-36 meses

http://www.orange.co.uk/images/editorial/news/BabyMusic01_170.jpg
Sábados 15h30 e 16h30

Vamos aprender a canção do olá? Há bolas que rebolam com os sons. Há bebés que dançam com os pais e avós que saltam um pára-quedas. As mãos balançam com as escalas, e as vozes sopram movimentos. Os bebés trocam suspiros e surpreendem-se com instrumentos que saem de um pano colorido. Mozart oferece melodias que voam com balões, e as chupetas param para ouvir os silêncios. Chega a canção do adeus e voltamos a calçar os sapatinhos. Aos sábados, a Casa da Música oferece mais surpresas com Músicos de Fraldas (um programa integrado na formação de Animadores Musicais da Casa da Música)

Preço: 5 € por bebé, com direito a 2 acompanhantes adultos

sexta-feira, setembro 15, 2006

Workshop Pim.Pam.Pum - Casa da música

Sex 1 Set 2006 a Dom 31 Dez 2006
10:00

Tendo como base um repertório de lengalengas tradicionais (algumas em vias de se perderem no tempo...), pretende-se neste workshop utilizar, combinar e manipular sons, elementos musicais e outros recursos apropriados para compor, arranjar e improvisar músicas e ainda desenvolver a criatividade e a sensibilidade musical.

maiores de 4 anos

O medo da separação

E porque é exactamente isto que os meus meninos estão a enfrentar, aqui vai:

Muitas crianças enfrentam o infantário com alegria e prazer, porque ali encontram novos amigos e podem brincar mais à vontade. Outras, porém, enfrentam mal a separação dos pais.

Muitas crianças enfrentam o infantário com alegria e prazer, porque ali encontram novos amigos e podem brincar mais à vontade. Outras, porém, enfrentam mal a separação dos pais.

É preciso transmitir-lhe um sentimento de calma e segurança, especialmente nos primeiros dias. Despeça-se sempre do seu filho, mesmo que ele chore, porque se não o fizer, a criança pode ficar ainda mais assustada e angustiada com o seu desaparecimento.

Não choramingue apenas por o ver chorar. Assim que entrar para o espaço do infantário depressa vai secar as lágrimas, mas se a vir a si fazer o mesmo, a angústia vai prevalecer.

Nos primeiros dias é também importante que o vá buscar mais cedo, de forma a que ele não pense que ficou esquecido. Uma criança pode ficar abalada se começar a ver todos os outros meninos a abalar com as suas mães e ele ficar sózinho.

Também não deve falar de coisas interessantes que aconteceram em casa quando ele não estava presente, porque isso o pode deprimir e fazer com que não queira voltar no dia seguinte.

Acima de tudo é necessário ter calma e demonstrar confiança, e transmitir essa imagem à criança.

sexta-feira, agosto 18, 2006

De regresso

Olá aqui estou eu de novo após umas feriasitas :D

E assim como eu também começa a chegar o regresso ao trabalhinho e por sua vez às aulas. Como este ano, para mim é um ano de transição, uma vez que terminei um grupo de meninos de 5 anos e irei iniar um novinho, com 3 anos, aqui ficam uns sites que podem consultar sobre atitudes a ter face o inicio/regresso às aulas.

Beijinhos

- Caloiros na Escola
- Ir para a escola/voltar à escola
- Os pais e a escola

quinta-feira, julho 13, 2006

Aqui ficam alguns conselhos para as férias...

O Sol e as Crianças

O risco de desenvolver cancro de pele está relacionado com a quantidade de radiação ultravioleta (UV) a que um indivíduo está exposto durante a vida, especialmente durante a infância - estima-se que 75% a 80% da exposição solar ocorre até aos 18 anos. Embora a exposição solar seja indispensável, nomeadamente para a produção de vitamina D, quando em excesso acarreta alguns riscos para a saúde, como as queimaduras solares, o envelhecimento precoce da pele, o cancro da pele (como o melanoma) ou problemas oculares (alterações da retina ou cataratas).

O risco de desenvolver cancro de pele está relacionado com a quantidade de radiação ultravioleta (UV) a que um indivíduo está exposto durante a vida, especialmente durante a infância - estima-se que 75% a 80% da exposição solar ocorre até aos 18 anos.

Os raios UV são um dos componentes da radiação solar e são filtrados aquando da sua passagem pela atmosfera, principalmente pela camada de ozono. Como esta camada tem vindo a diminuir, as consequências nefastas dos raios UV tem aumentado exponencialmente.

A pele das crianças é mais fina e sensível, pelo que mesmo um curto período de tempo de exposição solar ao meio-dia pode resultar em queimaduras graves.

As crianças em maior risco são as de raça branca, com olhos azuis, verdes ou cinzentos, cabelo loiro, castanho-claro ou ruivo e que fazem queimaduras solares facilmente. Os indivíduos de raça negra têm uma incidência muito menor de cancro de pele.

Conselhos de protecção

1. Evitar a exposição solar das 11h00 às 17h00 horas, dado que neste espaço de tempo o sol incide verticalmente à camada de ozono e os UVA e UVB atravessam-na mais facilmente.

2. Preferir a sombra, especialmente em crianças com menos de 1 ano de idade.

3. Usar roupa protectora (protecção de braços, tronco e pernas).

4. Usar chapéu com abas (protecção da face, nariz, orelhas e nuca).

5. Usar óculos de sol, com adequada protecção contra os raios UV (que não depende da cor das lentes, mas sim de um produto químico adicionado à lente para absorver os raios UV). As lentes de contacto não oferecem protecção.

6. Usar protector solar nas regiões expostas:

* Não só na praia e piscina, mas também em todas as actividades ao ar livre (desporto, "brincadeiras"...).
* Não esquecer que a neve, a areia e a água reflectem a radiação UV, levando a uma maior exposição a estes raios.
* Tipos de protectores: físicos, que funcionam como um microespelho e previnem quase todos os raios UVA e UVB de atingirem a pele, e químicos, que absorvem a radiação. Escolher um com protecção contra UVA e UVB.
* Usar protectores solares físicos, à base de óxido de zinco e dióxido de titânio, com a designação "infantil" e com factor de protecção 20 ou superior.
* Aplicar o protector cerca de 30 minutos antes da exposição solar e reaplicar regularmente consoante as necessidades (números de banhos, transpiração…).
* Cuidado especial com as crianças que têm sinais ou manchas - deverão usar factor de protecção mais elevado.

7. Beber muita água (para evitar desidratação).

8. Os pais e educadores devem dar o exemplo: a exposição solar de uma criança depende das atitudes e práticas dos seus prestadores de cuidados.



























Susana Carvalho

Estou de volta!

Depois de algum trabalho neste final de ano, estou de volta, mas por pouco tempo...e depois volto a regressar em Setembro!

Beijinhos

quinta-feira, junho 01, 2006

Declaração Universal dos Direitos da Criança

PRINCÍPIO 1º

A criança gozará todos os direitos enunciados nesta Declaração. Todas as crianças, absolutamente sem qualquer exceção, serão credoras destes direitos, sem distinção ou discriminação por motivo de de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição, quer sua ou de sua família.

PRINCÍPIO 2º

A criança gozará proteção social e ser-lhe-ão proporcionadas oportunidade e facilidades, por lei e por outros meios, a fim de lhe facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. Na instituição das leis visando este objetivo levar-se-ão em conta sobretudo, os melhores interesses da criança.

PRINCÍPIO 3º

Desde o nascimento, toda criança terá direito a um nome e a uma nacionalidade.

PRINCÍPIO 4º

A criança gozará os benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e criar-se com saúde; para isto, tanto à criança como à mãe, serão proporcionados cuidados e proteção especiais, inclusive adequados cuidados pré e pós-natais. A criança terá direito a alimentação, recreação e assistência médica adequadas.

PRINCÍPIO 5º

À criança incapacitada física, mental ou socialmente serão proporcionados o tratamento, a educação e os cuidados especiais exigidos pela sua condição peculiar.

PRINCÍPIO 6º

Para o desenvolvimento completo e harmonioso de sua personalidade, a criança precisa de amor e compreensão. Criar-se-à, sempre que possível, aos cuidados e sob a responsabilidade dos pais e, em qualquer hipótese, num ambiente de afeto e de segurança moral e material, salvo circunstâncias excepcionais, a criança da tenra idade não será apartada da mãe. À sociedade e às autoridades públicas caberá a obrigação de propiciar cuidados especiais às crianças sem família e aquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.

PRINCÍPIO 7º

A criança terá direito a receber educação, que será gratuita e compulsória pelo menos no grau primário.

Ser-lhe-á propiciada uma educação capaz de promover a sua cultura geral e capacitá-la a, em condições de iguais oportunidades, desenvolver as suas aptidões, sua capacidade de emitir juízo e seu senso de responsabilidade moral e social, e a tornar-se um membro útil da sociedade.

Os melhores interesses da criança serão a diretriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais.

A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.

PRINCÍPIO 8º

A criança figurará, em quaisquer circunstâncias, entre os primeiros a receber proteção e socorro.

PRINCÍPIO 9º

A criança gozará proteção contra quaisquer formas de negligência, crueldade e exploração. Não será jamais objeto de tráfico, sob qualquer forma.

Não será permitido à criança empregar-se antes da idade mínima conveniente; de nenhuma forma será levada a ou ser-lhe-á permitido empenhar-se em qualquer ocupação ou emprego que lhe prejudique a saúde ou a educação ou que interfira em seu desenvolvimento físico, mental ou moral.

PRINCÍPIO 10º

A criança gozará proteção contra atos que possam suscitar discriminação racial, religiosa ou de qualquer outra natureza. Criar-se-á num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.

segunda-feira, maio 22, 2006

Leopoldina



Querem conhecer a história? Então preparem-se porque vamos desvendar o maior de todos os segredos: a Leopoldina vai-nos levar a um mundo encantado onde os brinquedos ganham vida e a brincadeira nunca acaba. E esse Mundo existe!

Ar, água, terra e fogo - os 4 elementos - juntaram forças para criar um mundo encantado onde as crianças podem viver os seus sonhos mais coloridos. A Leopoldina vai guiar milhares de meninos e meninas numa visita extraordinária e vai levá-los a conhecer os recantos da sua terra e apresentar-lhes os seus amigos. O Cuco Maluco que sobrevoa o Mundo Encantado no seu avião, o simpático Vulcão Atchim que cada vez que espirra atira brinquedos em todas as direcções, a Aldeia da Brincadeira onde cada dia é uma Festa, o Trilho das Guloseimas onde cada canto é uma delícia e o Lago Splash com os seus divertidos peixinhos Arco íris, são alguns dos mais extraordinários locais e protagonistas desta maravilhosa história. Mas vamos ficar a conhecer também o Imperador Mao e o seu terrível plano: transformar todos os magníficos brinquedos em aborrecidos electrodomésticos. Será que a Leopoldina e as Crianças vão conseguir dar a esta história um final feliz? É o que vamos ficar a saber neste espectáculo, a maior e mais surpreendente produção de um musical infantil em Portugal. O disco da Leopoldina e o Mundo Encantado dos Brinquedos ganha vida em palco com todos os personagens que deslumbram os mais novos. Música, dança e muitas aventuras chegam agora aos palcos dos Coliseus de Lisboa e Porto. A Leopoldina vai abrir a porta deste mundo a milhares de crianças. Porque afinal é a elas que este Mundo Encantado pertence.

segunda-feira, maio 15, 2006

Para todos os anjos...

Uma vez uma criança estava pronta para nascer.

Um dia a criança perguntou a Deus, “Disseram-me que me vais enviar amanhã para a Terra, mas como vou viver lá sendo tão pequena e indefesa?”

Deus respondeu, “De entre muitos anjos, Eu escolhi um para ti. Ele estará à tua espera e cuidará de ti".

“Mas” disse a criança, “aqui no Céu eu não faço mais que cantar e sorrir. É o que eu preciso para ser feliz!"


Deus disse, “O teu anjo cantará para ti todos os dias. E sentirás o amor do teu anjo e serás feliz".

“E, disse a criança, "como serei capaz de compreender as pessoas quando falarem comigo, se eu não conheço a linguagem que o homem fala?"

”É fácil ", disse Deus “O teu anjo te ensinará as mais belas e doces palavras que jamais ouviste,
e com muita paciência e carinho, o teu anjo te ensinará a falar".

A criança olhou para o alto e para Deus dizendo, ”E que farei quando eu quiser falar contigo?"

Deus sorriu para a criança dizendo, “O teu anjo juntará as tuas mãos e te ensinará a orar".

A criança disse, “Ouvi dizer que na Terra existem homens maus. Quem me irá proteger?"

Deus envolve com suas mãos a criança, dizendo, “O teu anjo te defenderá – mesmo que arrisque a sua vida!"

A criança entristeceu dizendo, “mas ficarei muito triste porque nunca mais te irei ver".

Deus abraça a criança “O teu anjo falará sempre acerca de mim e irá ensinar-te o caminho de volta para mim, além de que eu estarei sempre junto de ti".

Neste momento houve muita paz no Céu, mas as palavras da terra podem agora ser ouvidas.

A criança ansiosa, pergunta suavemente, "Oh Deus, Se eu tenho agora de partir por favor diz-me o nome do meu anjo!"

Deus respondeu,
“O nome do teu anjo não tem importancia… Tu irás simplesmente chamar-lhe

“MÃE!"

quarta-feira, maio 10, 2006

O meu bebé não pára de chorar…


Todos os bebés choram de vez em quando, uns mais do que outros. Durante os primeiros meses o choro é normalmente um sinal de fome, desconforto ou cansaço. É o único meio que o bebé tem para comunicar que algo está mal…

Os pais vivem os primeiros dias de vida do seu bebé num estado de confusão de sentimentos: à enorme felicidade associa-se a ansiedade e o medo de não ser capaz. Informações contraditórias chegam de todos quantos os visitam. "Porque é que chora o meu bebé?" Todos os bebés choram de vez em quando, uns mais do que outros. Segundo estudos realizados nesta área, a média total é de duas horas por dia no primeiro mês. Durante os primeiros meses, o choro é normalmente um sinal de fome, de desconforto ou de cansaço.

Fome
O bebé com fome chora imediatamente antes da hora da mamada e deixa de chorar assim que se alimenta. Nos primeiros meses de vida, e em especial no primeiro mês, os lactentes fazem mamadas mais frequentes e curtas. Ao contrário de toda a fisiologia animal, a "normalização horária" da sociedade resultou na imposição horária tanto na duração das mamadas como no espaçamento das mesmas e na consequente recusa das mamadas a pedido.

Desconforto
O choro pode ser sinal de desconforto provocado por fralda suja, calor ou frio. Durante os três primeiros meses de vida é frequente os bebés terem dores abdominais por acumulação de gases - cólicas periódicas. O bebé tem períodos irregulares de choro ao longo do dia ou noite e apresenta distensão abdominal. Muitas vezes manifesta desconforto após a refeição, mexendo-se muito.

Para evitar a acumulação de gases apresentamos alguns conselhos:

- Tente criar um ambiente calmo para não transmitir a sua ansiedade ao bebé.
- Evite que durante a refeição o bebé engula ar. Não o deixe muitas horas sem se alimentar porque ao tentar comer mais depressa irá engolir mais ar. Adapte-o bem à mama ou, no caso de usar biberão, tenha o cuidado de o inclinar o suficiente de forma a que a tetina seja completamente preenchida por leite.
- No final de cada mamada segure o bebé com a cabecinha e tronco em posição vertical. Deixe-o arrotar bem e espere assim, mais um pouco, antes de o deitar.

Cansaço
O choro limitado a um período particular do dia (quase sempre nas últimas horas do dia) é provavelmente sinal de cansaço. O bebé cansado pode ter sido muito estimulado durante o dia e assim não adormecer sem passar por um período de agitação.

Alguns conselhos:
Não deixe o bebé chorar durante longos períodos de tempo sem averiguar o motivo. Este é o único meio que o bebé tem para comunicar que alguma coisa está mal.

É importante transmitir calma ao bebé. "Aqui estão os teus pais para te ajudar." Se o choro se tornar inconsolável, se o bebé vomitar, se surgir febre ou recusa em alimentar-se consulte imediatamente o médico. Só ele poderá esclarecer todas as dúvidas.
Carla Sá

A Flauta Quase Mágica




Teatro Municipal S. Luiz
Endereço: Rua António Maria Cardoso, 381200-027 Lisboa
6, 7, 13, 14 Mai: 17h30, 9 a 12 Mai: 11h
A Flauta Quase Mágica é uma reinvenção de A Flauta Mágica de Mozart. No centro da peça estão as figuras de DJ Moz e VJ Art, um duo verdadeiramente transdisciplinar e actual que utiliza os vários talentos de uma equipa criativa, e tambem do público, para criar algo que está algures entre uma peça de música, de teatro e de arte digital.A acompanhar, e quase em simultâneo com a realização da peça, há workshops com Paulo Maria Rodrigues, Luís Girão (Dj Moz) e João Raposo (VJ Art), para alunos do 9º ao 12º ano, cujo objectivo é mostrar como se desconstruiu a Flauta Mágica e como se construiu a Flauta Quase Mágica.Os workshops realizam-se dias 9, 10 e 11 de Maio, das 14h às 15h30 e das 16h às 17h30.

segunda-feira, maio 01, 2006

A Matemática no Jardim de Infância

É dada pouca ou nenhuma atenção à Matemática nas nossas escolas (independentemente do grau de ensino) e o Jardim de Infância não é excepção, esquecendo-nos que esta é decisiva para a estruturação do pensamento.
As crianças vão espontaneamente construindo noções matemáticas a partir das vivências do dia a dia. O papel da matemática na estruturação do pensamento, as suas funções na vida corrente e a sua importância para aprendizagens futuras, determina a atenção que lhe deve ser dada no Jardim de Infância, cujo quotidiano oferece múltiplas possibilidades de aprendizagens matemáticas.
É necessário ter-se presente que a principal finalidade da educação Pré Escolar não é a aquisição imediata dos conhecimentos, mas a formação de atitudes correctas e habilidades necessárias para essa aprendizagem.
O desenvolvimento da criança não pode nem deve ser entendido como uma via cujo trajecto é obrigatório e previamente determinado.
O facto de encontrarmos crianças da mesma idade com capacidades e competências muito diferentes, não nos permite fazer comparações, nem emitir juízos de valor e muito menos estabelecer prognósticos precipitados.
Todas as crianças contêm em si próprias um grande potencial de desenvolvimento que se irá manifestar em plenitude se lhe soubermos proporcionar as condições e as oportunidades e se respeitarmos o seu ritmo de maturação.
A matemática é reconhecidamente decisiva para a estruturação do pensamento humano e a plena integração na vida social. A criança não aprende conceitos numéricos com desenhos, nem apenas pela manipulação de objectos, constroem conceitos à medida em que actuam mentalmente sobre eles e os relaciona. A importância da actividade lúdica para as crianças em idade Pré Escolar é por demais saliente. São as próprias crianças que vão construindo com maior ou menor consistência os conceitos matemáticos na sua vivência do dia a dia, cabendo à escola o papel de sistematizar e consolidar esses seus conhecimentos e capacidades espontaneamente desenvolvidas.
As aprendizagens matemáticas estão ligadas à linguagem porque implicam não só a apropriação do conceito, mas também a sua designação.
Importa que, nós educadores, saibamos propor situações problemáticas e permitir que as crianças encontrem as suas próprias soluções, que as debatam com outra criança, num pequeno grupo, ou mesmo com todo o grupo.
Neste processo de resolução de problemas não se trata de apoiar as soluções consideradas correctas, mas de estimular as razões da solução, de forma a fomentar o desenvolvimento do raciocínio e do espírito crítico. A resolução de problemas constitui uma situação de aprendizagem em que a criança será confrontada com questões que não são de resposta imediata, mas que a levam a reflectir no como e no porquê, fundamental em crianças com 5/6 anos.
É importante que as crianças aprendam não apenas conteúdos matemáticos, mas que se envolvam nos processos matemáticos: procurando padrões, raciocinando acerca de dados, resolvendo problemas e comunicando as suas ideias e resultados. Deste modo as crianças desenvolvem o pensamento crítico.
A pratica pedagógica deveria proporcionar às crianças uma melhor compreensão da natureza do conhecimento, em geral, e da Matemática em particular
Os Educadores de Infância precisam de tomar em consideração os conhecimentos matemáticos informais das crianças, pois tal como outros «conhecimentos consequenciais» (Sternberg, 1984), a matemática não é simplesmente um conjunto de factos e procedimentos isolados a ser memorizados através de uma pratica repetida. A matemática implica um conjunto altamente estruturado de informação repleta de relações. A investigação cognitiva mais recente mostra que a aprendizagem consistente da matemática envolve construir activamente uma compreensão destas relações. Mostra também que estimular essa aprendizagem implica construí-la a partir do conhecimento que as crianças já possuem, incluindo o seu conhecimento informal.
Acima de tudo, deve-se dar à criança a oportunidade de usar os conhecimentos que possui para tentar resolver um problema ou uma questão. O educador deve ouvir com atenção quando as crianças lhe explicam as suas ideias e soluções. (Carpenter, Fennema, Peterson, 1989) Mesmo as respostas confusas ou incorrectas podem ser informativas, porque reflectem o nível de compreensão da criança nesse momento. Além disso, é importante encorajar as crianças a partilharem as suas ideias e estratégias com os outros.(Carpenter et al.,1989; Kamii, 1985). Quando o educador e as outras crianças prestam atenção, isso «diz» à criança que as suas ideias e estratégias são importantes, o que as ajuda a ganhar confiança e também a compreenderem que a parte mais importante da matemática é pensar e comunicar.
Em conclusão, o que se pretende é que a criança descubra, questione, explore e construa o seu próprio conhecimento matemático.


Ângela Monfort

A criança hiperactiva

A síndroma de Défice de Atenção e Hiperactividade pode ocorrer em 3% a 20% das crianças em idade escolar, sendo os rapazes 4 a 9 vezes mais afectados que as raparigas.
A síndroma de Défice de Atenção e Hiperactividade pode ocorrer em 3% a 20% das crianças em idade escolar, sendo os rapazes 4 a 9 vezes mais afectados que as raparigas. Actualmente, a maior exigência e as elevadas expectativas no desempenho escolar levam a um maior número de diagnósticos.

As manifestações clínicas da síndroma de Défice de Atenção e Hiperactividade podem ser muito precoces, mas é na escola que as alterações da atenção e a excessiva actividade das crianças afectadas constituem um problema sério.

Nas crianças com Défice de Atenção e Hiperactividade as alterações do comportamento são a inatenção, a hiperactividade e a impulsividade.

A inatenção manifesta-se pela incapacidade de as crianças se manterem atentas. As crianças evitam tarefas que requeiram concentração, distraem-se facilmente e parecem não escutar. A dificuldade de concentração está sempre presente nesta síndroma.

A hiperactividade resulta na impossibilidade do controlo da actividade e dos impulsos em situações em que o controlo é fundamental, nomeadamente na escola. Perturbam as aulas, respondem antes de ser completada a pergunta, interrompem os colegas, não aguardam a sua vez, mudam constantemente de actividade e não se mantêm sentados. A hiperactividade é a principal característica desta síndroma que, quando associada à impulsividade é particularmente problemática, levando por vezes a acidentes pessoais.

As crianças com Défice de Atenção e Hiperactividade são geralmente desorganizadas, desajeitadas, sem habilidade para o desporto, com um aproveitamento escolar irregular e pouco sociais, o que leva a uma baixa auto-estima.

A causa desta perturbação neurocomportamental ainda não é conhecida. Vários estudos, no entanto, apontam para uma base genética pois há maior risco de incidência em irmãos, principalmente nos gémeos idênticos, e é frequente existir um familiar próximo também afectado, geralmente o pai, nas famílias de crianças com este diagnóstico.

O diagnóstico é essencialmente clínico e baseado em critérios comportamentais. Os sintomas descritos - inatenção, hiperactividade e impulsividade - devem existir há mais de seis meses, ter-se iniciado antes dos sete anos de idade e manifestar-se em diferentes circunstâncias, nomeadamente em casa e na escola.

É sempre necessário verificar se existem doenças associadas, nomeadamente da visão e da audição. Para estabelecer o diagnóstico devem ainda ser excluídas as variantes do normal relacionadas com a idade e o sexo e ainda com as características temperamentais da criança.

Um problema de saúde
Após o diagnóstico são necessários o esclarecimento e aconselhamento adequado da criança, dos pais e dos professores. É fundamental que todos entendam esta alteração de comportamento como um problema de saúde da criança e não como um problema de disciplina. Esta atitude é o passo mais importante para uma evolução favorável. Em casa e na escola todos devem assumir uma atitude positiva valorizando os comportamentos adequados e evitando as críticas sistemáticas.

Na sala de aula o aluno deve estar na primeira fila, deve ser reduzido o número de alunos da turma e deve ser proporcionado apoio educativo individualizado. Devem adaptar-se as actividades escolares ao tempo de concentração do aluno, incentivando-o a participar nas tarefas escolares.

Existe benefício na utilização de medicação psicostimulante na melhoria da atenção e na redução da hiperactividade e impulsividade. No entanto a medicação nunca é a primeira opção de tratamento, devendo ser sempre usada em associação com as alterações da rotina escolar, da estrutura das aulas e da atitude perante a criança, evitando o stress e promovendo a auto-estima.

Os objectivos do tratamento das crianças com Défice de Atenção e Hiperactividade são a melhoria da aprendizagem e do rendimento escolar. A evolução é habitualmente favorável quando a criança é bem acompanhada e apoiada.

Almerinda Maria Pereira

domingo, abril 23, 2006

Formiga

Pelo muro acima vai uma formiga
Com uma mão na testa e outra na barriga

Pelo muro abaixo vai um escaravelho
Com uma mão na barriga e outra no joelho


(enquanto dizemos a lengalenga devemos mimá-la com gestos, principalmente se a estivermos a contar a crianças pequenas (até aos 3, 4 anos). Depois eles próprios o fazem!)